Pastoral Universitária UCDB Rotating Header Image

Deus é fiel às suas promessas

Diante das maravilhas que Deus realiza Zacarias eleva a Deus um cântico que, mais do que uma obra de arte da poesia, é um grande hino de louvor e agradecimento a Deus por tudo o que ele faz por nós.

Hoje, a Igreja medita sobre o evangelho de Lucas 1,39-45, no qual o evangelista apresenta o hino de Zacarias, pai de João Batista.

Ouvimo-lo e rezamos com ele na nossa preparação para o Natal. A oração do povo de Israel vai além da motivação do nascimento milagroso de João.

Deus visitou e redimiu o seu povo e suscitou uma salvação poderosa, fiel às suas promessas. Lembrou-se da sua aliança, do seu juramento de nos livrar das mãos dos inimigos.

Assim, esclarece a missão do seu filho: serás chamado profeta do Altíssimo e irás à frente do Senhor para preparar-lhe o caminho.

Depois, deixa entrever o sol que surge do alto para iluminar aqueles que jazem nas trevas e na sombra da morte.

A missão de João está intimamente ligada à de Jesus. O cântico de Zacarias é o cântico da redenção e se tornou o grandioso cântico do redimidos.

Todos os dias a Igreja canta esse cântico com todos aqueles que rezam o ofício divino das laudes.

A maravilha e o cântico fazem parte da nossa oração de cada dia que se torna particularmente intensa quando, como Zacarias, como Maria, como o velho Simeão, nós nos tornamos capazes de compreender melhor tudo aquilo que o Senhor fez e faz por nós, as maravilhas da sua graça.

Na nossa caminhada para o Natal, devemos hoje agradecer a Deus por todos os benefícios que ele nos concede, pois suas obras são grandiosas e criadas com sabedoria. É isso que devemos celebrar neste Natal.

 

A comunidade da casa de Isabel se encontra com o Senhor em Maria

O texto do evangelho de hoje, tirado de Lucas 1,39-45, não reproduz as palavras de Maria que vêm a seguir, com o cântico do Magnificat, mas podemos ver na oração de Maria cheia de Deus uma resposta a Isabel.

Maria e Isabel se sintonizam em pouco tempo sobre a ação que Deus realizou nelas. Essas duas mulheres reunidas naquela casa, na região montanhosa fora de Jerusalém, fazem uma verdadeira experiência de comunidade.

A confirmação mais evidente que estão fazendo experiência de Deus é justamente a alegria profunda que invade a cena e nasce de dentro das duas mulheres.

Isabel sente que o menino pula de alegria no seu ventre apenas por ter ouvido a voz de Maria. Essa alegria profunda nasce e permanece naquela pequena casa entre as duas mulheres que serão chamadas a viver desafios e sofrimentos não tão pequenos no seu próprio futuro e no futuro dos seus filhos.

Essas duas mulheres representam a Igreja, a comunidade que se encontra e se reúne na normalidade da vida. Os primeiros cristãos fora do mundo hebraico se reuniam nas casas e não nos suntuosos templos pagãos.

A experiência da fé é reforçada e confirmada na partilha, com o proposito de não viver de preconceitos, mas em correr no amor recíproco, como diz São Paulo.

A comunidade tem a missão de confirmar a experiência pessoal de fé. Sem a comunidade corre-se o risco de dispersar-se e de não encontrar mais o sentido daquilo que Deus comunica de maneira misteriosa.

A fé não pode ser vivida a não ser na comunidade, e esta não deve excluir ou limitar o indivíduo, mas deve ajudá-lo a viver em harmonia com os outros ao mesmo tempo em que continua sendo o que ele é, mas jamais enclaustrado, como se fosse uma tropa militar.

A alegria profunda é a confirmação de que a comunidade funciona e mantém os indivíduos que a compõe. Uma alegria que sempre se torna visível e é feita de canto, de festa e de alegria, mas que também na dor e nas dificuldades mantém o sentido profundo de pertença a Deus e o sentido da sua presença em qualquer situação.

Uma comunidade que não comunica alegria é uma comunidade que dispersa e pode levar as pessoas a se afastarem de Deus.

Algumas pessoas podem sentir a Igreja não mais como uma comunidade na qual as pessoas são acolhidas, mas, ao invés do clima de alegria, sentem um clima de preconceito e de julgamento.

Em outras palavras, sentem que na Igreja não existe o clima da casa de Isabel. Porém, o clima a ser vivido na Igreja é justamente aquele descrito por Lucas.

A nós cabe colaborar para que a comunidade dos crentes possa construir uma comunidade como a que existiu na casa de Isabel, sem medos e sem exclusivismos e na qual o estar juntos promova a fé de cada um na alegria.

 

A saudação de Isabel à sua jovem prima, como fala o evangelho de hoje, de Lucas 1,46-55, é como um eco daquele feito pelo Anjo Gabriel, e o cântico de Maria é, por sua vez, uma resposta de riqueza e de beleza incomparáveis.

As palavras das mulheres cheias do Espírito Santo são um maravilhoso encontro de sentimentos que se compenetram e exprimem tudo aquilo que uma criatura pode expressar para o seu criador e redentor: admiração pelas maravilhas realizadas por ele nelas e por meio delas, juntamente com a gratidão, o amor e a alegria inefável.

As duas mães, a jovem, Maria, e a anciã, Isabel, são profundamente conscientes do seu nada e de quanto Deus as tornou dignas e também da absoluta gratuidade do dom e da sua fecundidade: olhou para a humildade de sua serva, diz Maria; e Isabel afirma: quem sou eu para que a mãe do meu Senhor me venha visitar?

Como Ana, sua figura e porta-bandeira, essas duas mulheres oferecerão a si mesmas juntamente com o fruto do seu ventre a serviço de Deus e do seu Reino.

O cântico de Maria, a exclamação de Isabel e a realização do voto de Ana deveriam ressoar também em nós, mais profundo de nosso ser.

Que sentido pode, então, ter o Natal, a festa dos dons, sem a lembrança e os agradecimentos profundamente sentidos e vividos pelo dom do Redentor e sem a doação de nós mesmos a Deus e aos irmãos?

O rei dos povos e pedra angular da Igreja vem e salva o homem que nasceu da terra: vem, Senhor Jesus.

 

O encontro entre Maria e Isabel

O evangelho de hoje é tirado de Lucas 1,39-45. Nele nós descobrimos que não é fácil nos convencermos de que o símbolo da aventura cristã é a cruz e que ela se desemboca na alegria.

A alegria que vem da cruz não é fruto da dispersão ou na dissipação, mas é construída com paciência, abrindo espaço para presença de Deus na nossa vida, em família, nos lugares e com as pessoas com as quais compartilhamos o nosso dia a dia.

A alegria tem suas raízes no fundo da nossa existência na medida em que Cristo, em vez de vir até nós com doutrinas e mandamentos, se torna nosso hóspede e amigo de todas as horas.

Com ele se vive, com ele se sofre, com ele se fala, com ele se buscam soluções para todos os problemas da vida, da família, do crescimento dos filhos, da relação com a esposa, o marido.

Todos eles se fazem portadores de alegria na consciência de que o Cristo que procuramos e queremos já está em nós, em nosso coração e nos tornamos, através do serviço ao outro, como Maria, testemunhas da história que Deus vai tecendo através de nós.

É isso que nós podemos ver no encontro de duas mulheres que estão grávidas sem que isso fosse possível. De um lado, Isabel, idosa e estéril; e, de outro, Maria, jovem e virgem.

A idosa representando o Antigo Testamento se será a mãe do último profeta da Antiga Aliança. A jovem virgem representando o Novo Testamento se tornará a mãe daquele que no seu sangue selará a Nova e Eterna Aliança entre Deus e os homens.

Vemos a complementaridade entre as duas Alianças e vemos também em Maria a essência da missão evangelizadora: levar Jesus a todas as pessoas para que possam reconhecê-lo e acolhê-lo.

Na nossa caminhada para o Natal, através desse encontro de Maria com Isabel, a única coisa que Deus pede de nós é que acreditemos que suas palavras podem se realizar. Em outras palavras, devemos crer sem nos cansar, continuar a crer para que a nossa alegria seja plena, seja alegria para todos, na presença do Menino Jesus que quer estar na manjedoura do nosso coração.

 

Maria, exemplo de disponibilidade

O evangelho de hoje, de Lucas 1,26-38, nos ajuda a refletir sobre quantas vezes na vida nós buscamos tranquilidade, conforto e ajuda para encontrar as razões dos acontecimentos que tivemos que participar até contra a nossa vontade.

Buscamos soluções e, não raramente, ficamos sem saber o que fazer, e agimos como se tivéssemos que aceitar o nosso destino.

Foi isso o que aconteceu com Maria. Diante de um problema maior do que ela, ela não pede explicações racionais ao Arcanjo Gabriel, mas apenas apoio diante do turbilhão de pensamentos que invade a sua alma.

A resposta de Gabriel a deixa como que sem ar. Ele a convida a dar um salto na própria fé: “nada é impossível para Deus”. Maria também faz um apelo à sua grande fé: “eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra!”.

Se analisarmos as duas expressões sob o mesmo ponto de vista, nós nos colocaremos diante de uma grande verdade: Deus não gosta de fazer as coisas por si só, mas busca colaboração, adesão e participação para realizar o seu projeto de salvação da humanidade.

Este evangelho traz para nós alguns ensinamentos importantes. Em primeiro lugar, precisamos refletir: quando começarmos a ser a morada do Senhor e a construir a nossa nele, então estaremos prestando tributos, por meio dele, ao amor, porque se realiza uma troca recíproca e tudo o que é de Deus se torna nosso.

Em segundo lugar, Lucas apresenta Maria como um exemplo de disponibilidade. Para sair do ruído dos problemas que temos todos os dias, olhando para ela, nós vamos perceber que tudo é possível se nos colocarmos nas mãos de Deus, se confiarmos a nossa vida a ele.

É assim que perceberemos que o nosso Natal nos ajudará a entender que Deus existe. E na contemplação do Menino que vai nascer, veremos que de Deus tudo pode vir para nós, inclusive o seu Filho.

 

Eis que conceberás e darás à luz um filho

Lc 1,26-38

26 O anjo Gabriel foi enviado por Deus
a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,
27a uma virgem, prometida em casamento
a um homem chamado José.
Ele era descendente de Davi
e o nome da virgem era Maria
28O anjo entrou onde ela estava e disse:
‘Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!’
29Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a
pensar qual seria o significado da saudação.
30O anjo, então, disse-lhe:
‘Não tenhas medo, Maria,
porque encontraste graça diante de Deus.
31Eis que conceberás e darás à luz um filho,
a quem porás o nome de Jesus.
32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo,
e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi.
33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó,
e o seu reino não terá fim’.
34Maria perguntou ao anjo:
‘Como acontecerá isso,
se eu não conheço homem algum?’
35O anjo respondeu:
‘O Espírito virá sobre ti,
e o poder do Altissimo te cobrirá com sua sombra.
Por isso, o menino que vai nascer
será chamado Santo, Filho de Deus.
36Também Isabel, tua parenta,
concebeu um filho na velhice.
Este já é o sexto mês
daquela que era considerada estéril,
37porque para Deus nada é impossível’.
38Maria, então, disse:
‘Eis aqui a serva do Senhor;
faça-se em mim segundo a tua palavra!’
E o anjo retirou-se.

O anúncio do nascimento de João Batista

A seis dias do glorioso dia de Natal, nós meditamos sobre o evangelho de Lucas 1,5-25.

Este evangelho se abre com o anjo que fala com Zacarias, no templo, e anuncia o nascimento de João Batista.

A Bíblia nos apresenta alguns casos em que mulheres que não poderiam ter filhos ficaram grávidas: Sara, esposa de Abraão e mãe de Isaac; a esposa de Manué, que era estéril e deu à luz Sansão; Ana, esposa de Elcana, que era estéril e deu à luz Samuel; e Isabel, esposa de Zacarias, que deu à luz João Batista.

Os nascimentos dessas crianças trouxeram consigo algo importante para Israel. Com Isaac e Samuel foi formado o povo; com Sansão, os filisteus foram derrotados e o povo de Israel pôde permanecer na Terra Prometida; e com João Batista houve a chegada da plenitude dos tempos.

A grande novidade do evangelho é que Zacarias e Isabel além de estéreis, estavam já numa idade avançada. Por conta disso, não esperavam outra coisa que não morrer em paz.

O futuro desse casal já estava, de certo modo, marcado, sem nenhuma esperança. Em Zacarias e Isabel, podemos ver a vida de tantos anciãos e anciãs resignados a passar os últimos dias da vida na tristeza.

Mas também podemos ver que Deus intervém com a sua palavra anunciada a Zacarias de que a sua mulher irá ter um filho. Zacarias pensa consigo: é impossível, é demais tudo isso. Por causa dessa falta de fé, ele fica mudo.

A força e o amor de Deus têm muito disso: esbarram às vezes com a nossa falta de fé e, e mesmo sendo portadores do tesouro do evangelho, nós ficamos como que mudos, incapazes de falar e de esperar.

Na nossa caminhada para o Natal, somos convidados a nos colocar diante de Deus para escutá-lo. Quem não escuta não consegue sequer falar.

O amor de Deus vence inclusive a nossa falta de fé e a nossa esterilidade. Assim, descobrimos que ninguém é tão velho que não possa ver e realizar coisas novas e belas.

 

O nascimento de João Batista é anunciado pelo anjo Gabriel

Lc1,5-25

5Nos dias de Herodes, rei da Judéia,
vivia um sacerdote chamado Zacarias,
do grupo de Abia.
Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel.
6Ambos era justos diante de Deus
e obedeciam fielmente
a todos os mandamentos e ordens do Senhor.
7Nóo tinham filhos, porque Isabel era estéril,
e os dois já eram de idade avançada.
8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo
as funções sacerdotais no Templo,
pois era a vez do seu grupo.
9Conforme o costume dos sacerdotes,
ele foi sorteado para entrar no Santuário,
e fazer a oferta do incenso.
10Toda a assembléia do povo
estava do lado de fora rezando,
enquanto o incenso estava sendo oferecido.
11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor,
de pé, à direita do altar do incenso.
12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado
e o temor apoderou-se dele.
13Mas o anjo disse:
‘Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica.
Tua esposa, Isabel, vai ter um filho,
e tu lhe darás o nome de João.
14Tu ficarás alegre e feliz,
e muita gente se alegrará com o nascimento do menino,
15porque ele vai ser grande diante do Senhor.
Não beberá vinho nem bebida fermentada
e, desde o ventre materno,
ficará repleto do Espírito Santo.
16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel
ao Senhor seu Deus.
17E há de caminhar à frente deles,
com o espírito e o poder de Elias,
a fim de converter os corações dos pais aos filhos,
e os rebeldes à sabedoria dos justos,
preparando para o Senhor um povo bem disposto.’
18Então Zacarias perguntou ao anjo:
‘Como terei certeza disto?
Sou velho e minha mulher é de idade avançada.’
19O anjo respondeu-lhe:
‘Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus,
e fui enviado para dar-te esta boa notícia.
20Eis que ficarás mudo e não poderás falar,
até ao dia em que essas coisas acontecerem,
porque tu não acreditaste nas minhas palavras,
que hão de se cumprir no tempo certo.’
21O povo estava esperando Zacarias,
e admirava-se com a sua demora no Santuário.
22Quando saiu, não podia falar-lhes.
E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário.
Zacarias falava com sinais e continuava mudo.
23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário,
Zacarias voltou para casa.
24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida,
e escondeu-se durante cinco meses.
25Ela dizia: ‘Eis o que o Senhor fez por mim,
nos dias em que ele se dignou
tirar-me da humilhação pública!’

José entre o drama de consciência e a justiça

Já às portas do grande dia esperado do Natal do Senhor, nós meditamos sobre o evangelho de Mateus 1,18-24, que fala o que aconteceu imediatamente antes do nascimento de Jesus.

O evangelista apresenta José, a quem chama de justo. A justiça de José é um fruto do evangelho. Mesmo antes de Jesus nascer, nós vemos antecipadamente as bem-aventuranças em José.

Antes de falar que José é justo, Mateus o apresenta diante de uma dramática crise de consciência.

A notícia de que um menino crescia no ventre de Maria lhe parecia inexplicável, porque sabia que aquele filho não era seu.

A vida de Maria estava em suas mãos. Ele poderia repudiá-la, expô-la à condenação ou despedi-la em segredo.

Em seguida, Mateus mostra um José que se entrega a Deus, abre-se à sua palavra, quando o Senhor lhe diz em sonho: “não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo”.

Diante dessa palavra, José fica em silêncio. Nem um suspiro sai de sua boca. José analisa o rosto transparente da sua esposa, procura ler o silêncio com que ela guardava um mistério indizível.

Mais do que isso: vai além das aparências para aceitar um “segredo” que não consegue compreender e do qual não consegue sequer se aproximar.

À vergonha de Maria, ele responde com respeito, delicadeza e generosidade.

Em José, a justiça se torna mais justa. É por isso que Mateus o define como um homem justo.

Para ser assim, ele somente podia ser um homem de fé, um homem que sabe fazer silencia diante da Palavra de Deus que salva.

A justiça de que fala o evangelho não tem por finalidade julgar e resolver tudo aqui e agora. Diferentemente de nossa justiça, é uma justiça que se confia à misericórdia em vez de condenar.

Trata-se de uma justiça que pode parecer um sonho para a nossa sociedade dura e sem piedade.

A justiça do evangelho é o sonho dos homens verdadeiramente grandes que não ocupam a cena do mundo, mas são o sal e o fermento que guardam e preparam a salvação do mundo.

Na nossa caminhada para o Natal, questionemo-nos: como anda a nossa justiça?

 

Jesus nascerá de Maria, prometida em casamento a José, filho de Davi

Mt 1,18-24

18 A origem de Jesus Cristo foi assim:
Maria, sua mãe, estava prometida em casamento
a José, e, antes de viverem juntos,
ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo.
19José, seu marido, era justo
e, não querendo denunciá-la,
resolveu abandonar Maria, em segredo.
20Enquanto José pensava nisso,
eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho,
e lhe disse: ‘José, Filho de Davi,
não tenhas medo de receber Maria como tua esposa,
porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.
21Ela dará à luz um filho,
e tu lhe darás o nome de Jesus,
pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados’.
22Tudo isso aconteceu para se cumprir
o que o Senhor havia dito pelo profeta:
23’Eis que a virgem conceberá
e dará à luz um filho.
Ele será chamado pelo nome de Emanuel,
que significa: Deus está conosco.’
24Quando acordou,
José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado,
e aceitou sua esposa.


Hit Counter provided by orange county plumbing